sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Resenha: Batman - a máscara da morte Vol. Único, Yoshinori Natsume, Panini Comics (Planet Mangá)

Recentemente postei aqui no blog que não curtia muito o estilo de desenho japonês. Mas, quando vi um dos lançamentos em comemoração aos 75 anos do Batman, o mangá “A máscara da morte”, não resisti. Sou fã do cruzado encapuzado e achei que seria uma ótima forma de começar a ler mangás e, quem sabe, passar a gostar deles: lendo sobre algo que eu já curtisse. Mas, infelizmente, foi uma leitura decepcionante.

Sinose: Há um novo assassino à solta em Gotham. Sua aparição coincide com a chegada de um ambicioso homem de negócios japonês, cuja assistente é idêntica a uma jovem mulher que Bruce Wayne conheceu anos atrás. De repente, Batman se vê assombrado por seu passado, quando ele treinou no Japão e ficou cara a cara com o lado sombrio de sua natureza. Esse assassino é um homem, um demônio, ou uma manifestação distorcida do próprio Morcego? Batman: A Máscara da Morte marca a estreia nos quadrinhos americanos do mestre contador de histórias Yoshinori Natsume (Togari), e traz sua perspectiva única sobre a lenda do Cavaleiro das Trevas. HISTÓRIAS ORIGINAIS: Batman: Death Mask 1-4
Fonte: http://www.skoob.com.br/livro/401984

O enredo da história mescla fatos do passado de Bruce Wayne quando ele era um jovem em busca de conhecimento e vivendo no Japão para aprender artes marciais, e do presente, quando ele já é o Batman e o presidente das Empresas Wayne. No presente ele tem que lidar com um assassino que arranca os rostos das suas vítimas e com os fantasmas do seu passado – e percebe que tudo está de alguma forma, interligado.

Foi uma leitura chata. Não tenho termo melhor para usar. Chata. A história não se desenrola, os personagens são extremamente clichês e monótonos e o Batman da história é completamente diferente do Batman dos quadrinhos no que se refere à personalidade. Mesmo o Batman adulto desse mangá parece imaturo e inseguro demais – o que não combina com o Bruce Wayne nas HQs.

Existem coincidências absurdas demais na história e a trama foi mal construída. Na verdade eu tive a impressão de estar assistindo a um desenho para crianças de até 10 anos de idade. Não é uma história madura, adulta. E isso me decepcionou bastante.



Não recomendo o mangá para ninguém. Acho que existem coisas muito melhores para serem lidas por aí em termos de quadrinhos japoneses. Aliás, pretendo fazer um post em breve sobre mangás clássicos e peculiaridades dessa arte. Até mais!

Nota: 



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